Tel: 96 239 3028
E-Mail: [email protected]
Consultas Online: Skype
Membro Efetivo Ordem dos Psicólogos Portugueses
Cédula Profissional Nº 13770
 

DEPRESSÃO

COMO A DRA. TERESA LHE PODE AJUDAR A ULTRAPASSAR A SUA DEPRESSÃO:

Quando se encontra deprimido, pode sentir que nunca vai conseguir sair debaixo da sua própria sombra ou do buraco negro em que se encontra…
Pode chegar um momento na sua vida em que nenhuma das actividades que antes desfrutava lhe trazem prazer, nada lhe excita e prefere mesmo ficar na cama a dormir enquanto os dias vão passando….Sente-se apático, vazio e ao mesmo tempo ansioso por ver o rumo das coisas em declínio total…A sua família e os seus amigos acusam-lhe de estar sempre irritado e a verdade é que, actualmente, as suas exigências parecem completamente esmagadoras…. Mesmo a mais pequena tarefa torna-se uma batalha que tem que vencer e sente-se derrotado sempre que faz uma tentativa para sair deste ciclo vicioso…Tudo que realmente deseja é que lhe deixem estar sozinho pois na sua própria solidão sente-se bem…

Curiosamente, quando estamos deprimidos, o retiro e a solidão podem parecer o caminho mais fácil, mas a verdade é que se estiver triste, desesperado e em grande sofrimento, é de facto, o pior momento para ficar sozinho com os seus pensamentos. Estes, muito provavelmente encontram-se recheados de sentimentos de inutilidade e auto-critica e acabam por lhe “roubar” a pouca energia que ainda lhe resta.

Se o cenário acima descreve a sua situação actual e se esta situação se prolongou por duas semanas ou mais, precisa da minha ajuda…

Mesmo a depressão mais grave é uma condição tratável. Existem muitas formas eficazes de lidar com depressão, incluindo mudanças no seu estilo de vida, apoio psicológico ou psicoterapia, medicamentos e tratamentos alternativos. Aprendendo sobre as várias opções de tratamento que existem, irá ajudá-lo a decidir quais são as medidas mais eficazes para a sua situação particular e para as suas necessidades.

O QUE PODE FAZER E COMO A DRA. TERESA LHE PODE AJUDAR:

Em primeiro lugar, aprenda tanto quanto puder sobre a sua depressão. É importante para determinar se os sintomas da sua depressão são devido a uma condição médica subjacente.

Embora os medicamentos para tratar uma depressão podem ser eficazes para uma depressão grave, estudos demonstram que a psicoterapia (apoio psicológico) pode ser tão eficaz ou até mais eficaz para muitos tipos de depressão. Esta terapia juntamente com algumas alterações de vida pode ser tudo que precisa, além disso, vem sem os efeitos secundários da medicação anti-depressiva. Adicionalmente, se optar por tomar a medicação, lembre-se que a medicação funciona melhor quando optar pela psicoterapia também. No fim, uma irá ajudar ou complementar a outra.

Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza mas sim, um sinal de FORÇA E CORAGEM!!!

Não se esqueça que o tratamento leva tempo e empenho…Qualquer tratamento para a depressão leva o seu tempo e às vezes pode mesmo sentir-se frustrado por não ver logo o progresso e a melhoria que pretendia mas quero que saiba que isso é perfeitamente normal, pois a recuperação tem os seus altos e baixos.

Recuperar de uma depressão requer acção. Mas, a verdade é que o agir quando se encontra deprimido é bastante difícil. De facto, apenas o acto de pensar sobre as coisas que deve fazer para se sentir melhor, como o exercício, ou sair com os amigos, pode ser desgastante…
É o “Catch-22” da recuperação de uma depressão; pois aquelas coisas que lhe mais ajudam são também as coisas que acha mais difíceis de fazer… Mas nunca se esqueça que há uma grande diferença entre o que é difícil e o que é impossível…
A chave para a recuperação da sua depressão é começar com algumas pequenas metas e lentamente construir a partir daí…
Deve recorrer aos recursos que aínda lhe restam. Pode não ter muita energia, mas provavelmente tem o suficiente para tomar uma pequena caminhada ou pegar no telefone e falar com um amigo(a) de confiança.

Tente levar as coisas, um dia de cada vez, e claro, não se esqueça de se recompensar por cada realização! As medidas podem parecer pequenas, mas se fizer um pequeno esforço para as realizar, elas juntar-se-ão rapidamente! E para toda a energia que colocar na sua recuperação, irá receber muito mais de volta.

“A vida não parece tão esmagadora quando a vivemos um dia de cada vez”.

As mudanças no seu estilo de vida são uma parte importante e essencial do seu tratamento da depressão.

Quando estiver deprimido, o exercício pode ser a última coisa que lhe apetece fazer. Mas o exercício é uma ferramenta poderosa para lidar com a sua depressão.
Estudos científicos mostram que o exercício regular pode ser tão eficaz como a medicação anti-depressiva, dando níveis crescentes de energia e a diminuição dos sentimentos de cansaço e desespero. Os cientistas ainda não descobriram a razão pela qual o exercício é um anti-depressivo tão potente, mas evidências sugerem que a actividade física aumenta neurotransmissores no cérebro como as endorfinas que são responsáveis pelo nosso bem-estar e a nossa boa disposição. O exercício também reduz o stress e alivia a nossa tensão muscular, a qual pode ter um efeito muito positivo na depressão. Para obter o máximo benefício, tente fazer 30 minutos de exercício por dia. Mas não precisa de começar logo com 30 minutos, pode começar “pequeno”, significando que mesmo pequenas caminhadas de 10 minutos, duas ou três vezes ao dia, podem ter um efeito positivo e muito benéfico na sua disposição.
Como próximo passo, tente incorporar passeios ou outra actividade agradável na sua rotina diária. A chave é escolher uma actividade que goste de fazer, assim, terá mais probabilidades de manter essa actividade na sua rotina diária.

A Dra. Teresa tenta envolver o paciente em actividades de forma a mostrar que ele é capaz de controlar o seu tempo e de realizar tarefas até ao fim, o que serve para contrabalançar a perda de motivação, a inactividade e a preocupação do paciente com pensamentos negativos.

Solicita-se ao paciente que observe os seus pensamentos e sentimentos enquanto realiza cada uma das suas tarefas. (A Dra. pode pedir ao paciente para elaborar uma tabela com os vários dias da semana, na qual se registe as actividades a realizar, ou as actividades efectivamente realizadas). A análise das tarefas que o paciente realizou dá um feedback objectivo nas sessões de terapia com o paciente. O feedback contínuo da Dra. Teresa fornece ao paciente informações correctivas sobre a sua capacidade funcional. Posteriormente, discute-se as dúvidas do paciente, as suas reacções cépticas e o seu desmérito das realizações pessoais, levando ao encorajamento de uma avaliação mais realista do paciente sobre o seu desempenho real.

Os pensamentos do paciente deprimido tornam-se, de tal maneira, pessimistas que o paciente tende a ter uma visão negativa de si, dos outros e do futuro. Para ele só existe o “branco e o preto”, “ o bom e o mau”, não existe nada intermédio, este constitui um dos sintomas cognitivos da depressão. Adicionalmente, os sentimentos que se associam a esses pensamentos tendem a ser igualmente extremos, sendo assim, o paciente sente que está extremamente angustiado.
Como já foi mencionado, a auto-crítica é também característica da depressão: o paciente deprimido acredita que possui um defeito vergonhoso que é a causa do seu distúrbio psicológico. Por vezes, as pessoas que rodeiam o paciente ajudam a manter esta crença, pois dizem-lhe que se ele quisesse mesmo melhorar, conseguia.

A verdade é que o paciente deprimido não pode sair deste quadro pessimista “apenas a pensar pensamentos positivos”. Terá que substituir os pensamentos negativos por pensamentos mais equilibrados e realistas.

Formas de desafiar os seus pensamentos negativos:

Pense como se estivesse fora de si; O que quero dizer com isto? Pergunte a si mesmo se poderia dizer o que está a pensar a outra pessoa. Se não, deixe de se torturar com esses pensamentos que não correspondem à realidade. Pense em declarações mais realistas e menos auto-derrotistas.
As pessoas deprimidas tendem a percepcionar as suas vivências em termos negativos e estes mesmos pensamentos disfuncionais tornam-se automáticos, o que conduz a estados emocionais cada vez mais disfóricos e a comportamentos inadequados.

Poderá registar os seus pensamentos negativos e as emoções que acompanham esses pensamentos num bloco de notas, por exemplo; quando tiver um pensamento negativo, anota o pensamento e as emoções que ele desencadeou. Depois quando se sentir melhor e estiver de melhor disposição, reveja o que escreveu. Considere se a negatividade era verdadeiramente justificada.

Nas sessões com os meus pacientes, levo o paciente a testar as suas ideias com base na realidade, isto não é para induzi-lo a um optimismo espúrio mas para encorajá-lo a uma descrição e análise mais precisa e realista do que as coisas de facto são; “as coisas são realmente melhores do que parecem”. Tem como objectivos principais, conferir objectividade ao paciente, conferir um distanciamento dos seus pensamentos, identificar e eliminar padrões rígidos de acção, expandir o raciocínio, reconhecer e eliminar a tendência negativa sistemática e essencialmente aumentar a positividade nos comportamentos e afectos do paciente.

A prática regular do relaxamento é uma resposta importante para o paciente deprimido e todas as suas dificuldades. O Treino De Relaxamento é um instrumento terapêutico muito importante utilizado pela Dra. Teresa com excelentes resultados, contribuindo decisivamente para um melhor equilíbrio emocional;

“Ao facultar as técnicas de relaxamento para um uso mais sistematizado e devidamente incorporado no dia-a-dia dos pacientes tenho notado uma melhoria significativa nas competências destes pacientes. Ao mesmo tempo, este treino também aumenta os seus níveis de auto-estima e bem-estar pessoal por conseguirem lidar autonomamente com a situação de sofrimento em que se encontram. As técnicas de relaxamento integrando auto-instruções são bastante úteis para os pacientes que se encontram mais ansiosos e desesperados perante a situação de sofrimento em que se encontravam. Permitem aos pacientes um maior controlo sobre as suas emoções perturbadoras”.

Essencialmente, a Dra. Teresa ajuda o paciente a ganhar autonomia através de técnicas que irão ajudá-lo a confrontar os seus medos e desafios e conseguir ultrapassar o ciclo destrutivo e devastador em que se encontra. A Dra. Teresa procura compreender o paciente e o seu mundo interior como ele próprio o entende, sempre acreditando na sua capacidade de auto-realização e no seu potencial de crescimento.

O objectivo principal da Dra. Teresa é ampliar a visão perceptiva do paciente deprimido para que ele possa ter uma concepção do mundo mais abrangente e repleta de possibilidades.

É indispensável conhecermo-nos a nós próprios; mesmo se isso não bastasse para encontrarmos a verdade, seria útil, ao menos para regularmos a nossa própria vida, e nada há de mais justo…
Blaise Pascal